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Recados

Sejam bem vindos ao blog, por favor sintam-se a vontade para expor suas opiniões e críticas.

A idéia surgiu a partir do blog de um amigo, o qual cedeu espaço para que várias pessoas colaborassem com seus contos. E ao decorrer do tempo, muitas novas pessoas vieram, e a minha quantidade de contos foram aumentando, com isso surgiu em mim a vontade de postar meus contos em um espaço pessoal.
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Em um reino que se expandia prosperamente espalhando a luz por todo o Mundo conhecido, as forças malignas usurpavam dia a dia uma parte do terreno conquistado, na vida e na mentes das pessoas. Não obstante um raio da mais pura luz infundiu-se no mundo. O campeão dos Deuses havia nascido.

Em verdade, o mal se alastrava sem precedentes. Como consequência, fez-se inevitável uma batalha decisiva para a humanidade. Os exércitos da luz viam-se derrotados. Porém, o campeão era certo de sua vitória. As tropas descrentes enviam seus líderes para dialogar com o campeão, os quais questionam vigorosamente os motivos de sua inútil batalha. De costas para todos, o campeão saca sua espada a qual estava fincada no solo, e apenas fita-os com canto de olho, enquanto limpa sua espada e apenas ouve a todos balbuciarem.

Ao terminarem, o campeão torna seu corpo de fronte a todos e se pronuncia:
- “Se vocês duvidam de sua força ou coragem não se juntem a mim. Por que a morte certamente nos aguarda com dentes afiados e pontiagudos. Nosso inimigo de certo que se mostra como um animal extremamente agressivo, também não poderia ser diferente… Mas no campo de batalha, somos os escolhidos”.

Tendo dito isto, logo se retira e se prepara para voltar ao campo de batalha. Naturalmente, todos os presentes seguem o campeão, o qual surpreendentemente lidera os exércitos para uma retomada de poder. Chegando ao ponto de acoar as forças inimigas. Uma batalha eterna em que momentaneamente podia-se ver um fim. Finalmente adentravam o covil do senhor das Trevas.

Ossos humanos cobrem o chão imundo do covil infernal.
- “Haveremos nós de passar por entre este calabouço da morte, pois este há de ser o único meio. Todavia eu caminho pela luz, e o dia da morte enfim se faz presente. Nenhum ser haverá de tomar minha vida, pois estou entre os escolhidos”.

E assim se sucedeu, guiados pelo campeão da luz, os exércitos iluminados venceram a guerra. Onde uma vez apenas houve desespero agora arde o fogo brilhante e sagrado. Em uma batalha épica as sombras preencheram os céus, cercando a todos por criaturas malignas. No momento crítico, o campeão ergueu o escudo sagrado o mais alto que pode, inesperadamente um raio de luz desceu sobre ele. O escudo brilhava e reluzia tão forte que cegou a todos em seu redor. O poder dos céus infundiu em seu corpo. Logo o teste final será imposto.

A Besta veio, disseminando pecado e terror, mas todos sabiam que o tempo era curto. A batalha foi ferrenha e sanguinolenta, tão épica quanto o revezamento de luz e sombras que o sol e lua fornecem em um espetáculo diário. Ao final de alguns dias, apenas o campeão havia sobrevivido, subjulgando todos os seus adversários. Se tornando assim, o ser mais poderoso e vivo.

A esperança de uma vida sem medo espalhava-se por todo o mundo conhecido. Porém, algo estava diferente… Ao retornar para o reino da luz, o campeão parecia diferente. Vendo o mal sendo destruído ele percebeu algo que jamais houvera imaginado. Força alguma seria imposição contra ele, uma vez que poderes lhe foram garantidos, sua vontade não encontraria limites. E assim foi, com o poder em suas mãos ele decapitou o rei e declarou para todos sob um semblante sombrio:

- “Agora essa terra é minha. Para pilhar, estuprar e roubar a vontade! Minha palavra é a lei, e nunca deixarei que alguém se oponha. De hoje em diante devo eu reinar, e existo para matar.”

- “Se vocês duvidam de sua força ou coragem não se juntem a mim. Por que a morte certamente os aguarda com dentes afiados e pontiagudos. Seu inimigo de certo que se mostra como um animal extremamente agressivo, também não poderia ser diferente… Mas no campo de batalha, somos os escolhidos”.

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Devir

Devir é um conceito filosófico que qualifica a mudança constante, a perenidade de algo ou alguém. O devir é exemplificado pelas águas de um rio, que continua o mesmo, a despeito de suas águas continuamente mudarem.

Devaneio

Enredo fantasioso criado pela imaginação durante o estado da vigília física ordinária da consciência humana.